A 23 de Abril, a Biblioteca Municipal de Penafiel associou-se às comemorações do Dia Mundial do Livro e dos Direitos do Autor. Neste sentido, a Biblioteca elegeu um conjunto de actividades dirigidas a diferentes públicos, nomeadamente a animação do conto “As cozinheiras de Livros” da autoria de Margarida Botelho e visitas orientadas aos diferentes espaços da Biblioteca. O Jardim de Infância de Carvalhinhos – Duas Igrejas e o Jardim de Infância de Quintela – Fonte Arcada, num total de cinco turmas e os respectivos Educadores, e o pessoal não docente das referidas escolas, participaram nas actividades. As actividades visaram a promoção do livro e da leitura. A Vereadora, Dra. Susana Oliveira fez a abertura e o encerramento da sessão, dando ênfase à temática do dia e sensibilizando os presentes para a importância do livro e da leitura.
Ainda, inserida no mesmo programa de comemorações, no final do dia, pelas 21.30 horas, no auditório da Biblioteca Municipal, decorreu a apresentação do livro pelo autor, Dr. José Coelho Ferreira com o tema “J. Pinto Lopes & Filhos”. O evento contou com a presença da Vereadora do pelouro da Cultura, Dra. Susana Oliveira que conjuntamente com a Directora da Biblioteca, Dra. Adelaide Galhardo, fizeram a abertura da sessão agradecendo a presença de todos, sobretudo da família Pinto Lopes e do autor do livro, por mais uma iniciativa tão enriquecedora para a história dos transportes no concelho de Penafiel, bem como dos territórios contíguos. O evento contou com a presença de um número considerável de pessoas, o que proporcionou momentos calorosos e de animada interacção entre os presentes.
A Biblioteca Municipal de Penafiel, resolveu apresentar no âmbito das comemorações do 25 de Abril de 1974, a exposição “Salazar e o Estado Novo : iconografia e propaganda”, fundamentalmente por duas razões: a primeira advém do facto de ser importante dar a conhecer ao público em geral, o importante património documental que a Biblioteca possui, relativamente a este período; a segunda, porque não é possível compreender o 25 de Abril, sem conhecer a História do Estado Ano, e dos seus 48 anos de ditadura. Daí que a exposição comece exactamente com a pergunta: “Porquê comemorar o 25 de Abril com uma exposição sobre Salazar e o Estado Novo”, pretendendo-se em cada um dos painéis seguintes, responder a esta pergunta, tendo sempre por base muitas imagens da propaganda, utilizada pelo regime.